O Seu Jornal dessa senguna-feira já esta disponível.
Confira os destaques desta edição: Sindicatos lançam "Comitê Regional do ABC contra a Reforma da Previdência”; Assinaturas são coletadas para abertura da CPI da Previdência; APEOESP, de Poá, alerta trabalhadores sobre as mudanças na Previdência Social; Sindicalistas fazem ato em aeroporto no RS contra projeto da terceirização; Metalúrgicos da Nissan dos EUA fazem protesto contra prática antissindical; Alunos com deficiência estão sem mediadores em sala de aula no Rio de Janeiro; Prof. Giba: pesquisa derruba preconceito contra Prouni e cotas; Jovem é assassinado com 7 tiros pelas costas na região de Sapopemba.
Queda da inflação e do dólar frente ao Real. Redução nominal da taxa Selic, muito embora, se dela for descontada a inflação, os juros básicos da economia seguem em alta.
Para alguns economistas e para a mídia corporativa, a leitura desses indicadores é positiva e sugere retomada dos investimentos e do desenvolvimento econômico no brasil, mesmo que a passos lentos.
No entanto, para outros tantos economistas, a redução da inflação e a tendência de redução da taxa selic não indicam retomada, são efeitos da recessão, que continua derretendo a economia brasileira.
Some-se a isso o já aprovado congelamento de gastos sociais por 20 anos e as anunciadas reformas trabalhista e previdenciária e o cenário resultante, decididamente, não será positivo, ao contrário.
Afinal, dá para falar em retomada econômica? Se der, pra quem?
Segundo a associação brasileira de doenças cerebrovasculares, a cada ano, 17 milhões de pessoas têm um Acidente Vascular Cerebral no mundo, 6,5 milhões morrem e 26 milhões vivem com incapacidade permanente. O atendimento especializado, no entanto, aumenta a chance de boa recuperação do AVC em suas várias formas.
Considerado uma epidemia global que ameaça a vida e a saúde, desde 2006 se proclama 29 de outubro como o dia mundial do AVC. É quando se lançam campanhas para aumentar a consciência do público, dos políticos e profissionais de saúde sobre as causas e os sintomas da doença.
O Panorama traz análises e diferentes pontos de vista sobre a reforma da previdência do governo Temer. Todos os especialistas concordam: as mudanças prejudicam os trabalhadores e podem ser evitadas.
O programa mostra também reportagens sobre o carnaval, as marchinhas de protestos em São Paulo; os alertas sobre assédio contra as mulheres nessa época do ano; e no Rio de Janeiro os sambas-enredo que estreiam na avenida como patrimônio imaterial.
Neste programa falamos sobre os interesses escondidos atrás de governos e projetos neoliberais na América Latina.
Compartilhamos reportagens sobre a Argentina, Equador e Bolívia. E entrevistamos o ex-presidente do Banco Central da Argentina, Alejandro Vanoli, e o decano da Faculdade de Jornalismo da Universidade de La Plata, Florence Saintout.
Com eles, falamos sobre os interesses do poder financeiro através neoliberalismo e o papel dos meios de comunicação para criar uma ilusão de interesse geral.
O Olhar TVT- Ocupação Cambridge e 9 de Julho - Resistência e Cidadania revela a organização e a perseverança de pessoas que lutam por direitos básicos previstos na constituição. Morar próximo ao trabalho, respeitando leis, diversidades, sonhos e em constante busca pela cidadania plena. Sob o comando da líder Carmen da Silva Ferreira, centenas de famílias encontram a possibilidade de viverem com dignidade na nossa sociedade extremamente desigual. O programa mostra que os diversos prédios desocupados no centro de São Paulo podem ser suficientes para resolver o déficit habitacional e beneficiar toda a sociedade.
Nas últimas décadas, a china realizou uma série de transformações econômicas e sociais.
Com a forte intervenção do estado, o país passou a reestruturar o setor produtivo para uma economia de mercado.
O resultado foi crescimento expressivo, colocando a china como a segunda maior economia do planeta.
No entanto, especialistas apontam contradições entre o crescimento econômico e o desenvolvimento social.
Em 2015, setenta milhões de pessoas viviam em condições de pobreza absoluta, o que significa viver com apenas $1,25 por dia.
Além disso, apenas 01% da população concentra 1/3 da riqueza do país.
Mas, afinal, a China conseguirá ser uma potência mundial sem resolver as questões internas?
Qual é o futuro da economia da China?
Convidado: Marcos Cordeiro Pires Doutor em História Econômica pela USP e livre docente em Política Internacional, professor da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP de Marília