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Campus Party reúne milhares de apaixonados por tecnologia em SP Evento serve para trocar experiências e conhecer novidades da área. São esperados 10...
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Campus Party reúne milhares de apaixonados por tecnologia em SP Evento serve para trocar experiências e conhecer novidades da área. São esperados 100 mil visitantes na feira que vai até o dia 23 de janeiro. Durante seis dias, milhares de apaixonados por tecnologia de várias partes do Brasil estarão reunidos para trocar experiências numa feira que acontece em São Paulo. Eles também vão conhecer o que tem de mais novo no mundo da tecnologia. Um lugar para arejar a cabeça e para atualizar o computador com muitas novidades. Tem aula para quem está interessado em construir robôs. No estande ao lado quem não entende nada de música brinca de astro de rock. Os participantes do encontro também usam os equipamentos trazidos por eles. Grandes computadores de mesa ou os práticos portáteis. O importante é ter como se manter conectado, sempre. O encontro também é uma oportunidade de compartilhar experiências. Por isso, há quem se mude para lá. Os sistemas usados aqui para conectar os computadores a internet é uma novidade, em teste ainda. Quando estiver sendo usado em escala comercial, vai permitir que sua casa ou objetos fiquem ligados o tempo todo. O seu carro, por exemplo, vai lhe avisar quando é hora de trocar o óleo e até marcar o horário na oficina. "Com certa inteligência que há existe, pode-se perceber o que tem dentro da geladeira, se já está faltando algum tipo de alimento. Dependendo do alimento pode emitir um e-mail para algum supermercado ou para si próprio avisando que ele acabou", explica o diretor da feira Mário Teza. O que chama a atenção de quem navega nestes mares é a velocidade de conexão. Para quem ainda pegou o tempo da internet discada, essa tecnologia é o paraíso. São esperados 100 mil visitantes na feira que está no Centro de Exposição Imigrantes, que fica na Rodovia dos Imigrantes, e vai até o dia 23 de janeiro.
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Computadores, câmeras, máquinas fotográficas, notebooks, equipamentos que perderam a utilidade para seus donos. No galpão, na USP, a Universidade d...
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Computadores, câmeras, máquinas fotográficas, notebooks, equipamentos que perderam a utilidade para seus donos. No galpão, na USP, a Universidade de São Paulo, esse material que poderia virar lixo eletrônico ganha novos usos, evitando que metais pesados e mesmo metais preciosos sejam jogados em aterros sanitários, contaminando o meio-ambiente. No início do projeto, a previsão era receber entre 500 e 1000 equipamentos por mês. Mas os resultados deste primeiro ano surpreenderam... Quem não tem um eletrônico velho, encostado em algum lugar ou esquecido em alguma gaveta? "Nós esperávamos coletar por volta de 500 computadores ao mês, que daria por volta de 5 toneladas em média e nós estamos chegando por volta de 10 toneladas por mês", conta a profª. Tereza Cristina, coordenadora do Cedir. Na primeira fase do projeto, essa estação só recebia o lixo eletrônico gerado pela própria USP. Agora, todo mundo pode usar o serviço. Quem quiser entregar seus equipamentos usados para reciclagem precisar agendar um horário. Uma vez aqui, o material passa por uma triagem para avaliação. É nesta fase que é dado o veredito final: vira sucata ou não?! Se não houver mais salvação, o equipamento é inteirinho desmontado, separado por tipo de material e, por fim, encaminhado para a reciclagem. Os computadores mais velhinhos, com processadores abaixo dos Pentium 4, por exemplo, viram sucata na hora. Já os mais "novos", passam por uma rápida manutenção, ganham softwares atualizados e depois são emprestados para projetos sociais por um período de aproximadamente dois anos. "Vamos supor que eles [os computadores] tenham dois ou três anos de vida. Depois disso, se jogar as máquinas no lixão ainda teremos problemas de contaminação do meio ambiente. Então, a ideia é fazer os usuários devolverem e se a gente tiver outro computador bom, a gente faz uma troca", explica Tereza. Alguns equipamentos são muito velhos, tão velhos que, em vez de serem reciclados, viram peça de museu. Por enquanto, eles estão aqui, separadinhos, à espera do museu de informática sair do papel. "É uma iniciativa da diretoria da escola Politécnica, montar um museu que possa trazer um pouco da história da computação e da telefonia", finaliza. E então, tem algum equipamento velhinho em casa e não sabe o que fazer?! Agende a entrega do seu lixo eletrônico por meio do Help Desk, pelos telefones (11) 3091-6454, 3091-6455 ou 3091-6456. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 18h00 ou pelo e-mail consulta@usp.br.
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Carros inteligentes
Uma feira de tecnologia realizada recentemente em Las Vegas, Estados Unidos, mostrou as últimas tecnologias disponível para veíc...
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Carros inteligentes
Uma feira de tecnologia realizada recentemente em Las Vegas, Estados Unidos, mostrou as últimas tecnologias disponível para veículos de passeio. A repórter da BBC especializada em tecnologia L. J. Rich foi à cidade americana e mostrou tudo o que os carros podem fazer sem a ajuda do motorista, como estacionar. Stephanie Janczak, gerente de segurança automotiva da Ford, conta que o novo carro usa sensores eletrônicos para estacionar sozinho. O veículo examina a vaga para saber se é grande o bastante e o motorista precisa apenas pisar nos pedais. A direção se move sozinha durante o processo. Outro dispositivo é o controle de música por comando de voz. O arquivo de música - ou a estação de rádio - é sintonizado pelo celular ou por tocadores de MP3 e o controle é feito pelo próprio carro pelo sistema Bluetooth. Isso evita que o motorista se desconcentre com o celular nas mãos. O carro vai tocar os arquivos de acordo com o comando de voz do motorista. Mas, além de mostrar tecnologias para carros que estão disponíveis atualmente ou que podem ser adaptadas facilmente para o uso imediato, a feira em Las Vegas mostrou também os carros-conceito. A repórter da BBC experimentou um carro-conceito da GM, que não pretende colocar o modelo de dois lugares no mercado. A idéia da montadora é mostrar como um carro deverá ser no ano 2030. Ele poderá se comunicar com outros carros do mesmo modelo, não poluirá e também não fará ruído. Montadoras como GM, Ford, Audi e BMW preferiram levar as novidades do setor nesta feira de Las Vegas, ao invés de mostrá-las apenas no tradicional salão do automóvel de Detroit, o que pode ser um sinal de que o futuro do carro é a tecnologia.
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